“Há sempre razões para matar um homem. Inversamente, é impossível justificar que viva. É por isso que o crime encontra sempre advogados, e a inocência, apenas às vezes.”
Fevereiro 2009
Arquivo mensal
Fevereiro 26, 2009
Fevereiro 16, 2009
Impiedoso,
Erro à rua fria e pálida da Sorte,
Nevoeiros de outrens:
Ensaio, em notas
de letras e morte!
Fundo, às calmarias,
engendram-se
vagas de manuseio,
desde o despertar envolto da
abnegação ao
não-poder…
Sob mim mastodontes, vestes!
Não há mais o ofício que me compete.
Humano e pleno, ó Calúnia,
lhe jogarei meu veneno
na aparência pura!
Fevereiro 12, 2009
Uma tarde arquitetando
Posted by Bruno Peres under Agricultura, Arquitetura, Bioconstrução, Cooperativismo, UncategorizedLeave a Comment
